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"Se a gente parar, João Doria não aguenta uma semana" diz caminhoneiro



Além de enfrentar a pandemia do Covid-19 (Coronavírus), o Brasil passa por uma crise política interna causada por divergências de opiniões dos governantes.

O presidente Jair Bolsonaro, defende um isolamento vertical, mantendo em quarentena os grupos de risco; idosos e pessoas que possuem algum tipo de doença crônica. 

Já os governadores dos estados, defendem uma quarentena total, mantendo o comércio e parte da indústria fechada para evitar a circulação e aglomeração de pessoas.

Desemprego:

Segundo uma pesquisa recente do Senai, após os decretos estaduais de quarentena, cerca de 600 mil micro e pequenas empresas fecharam as portas e 9 milhões de funcionários foram demitidos em todo o país.

Dificuldades nas estradas: 

Nas primeiras semanas, os caminhoneiros enfrentaram dificuldades para se alimentar e manutenir os veículos. Após pressão do governo federal, os decretos estaduais foram flexibilizados para que fosse possível manter o transporte rodoviário operante.

Em São Paulo, o governador João Doria, enfrenta críticas em relação às medidas estaduais adotadas. Com um discurso de manter apenas serviços essenciais, o governador manteve a cobrança de pedágios e a fiscalização por meio de radares móveis nas rodovias, o que irritou os caminhoneiros.

Manifestações

No final do mês de março, em plena quarentena, diversos caminhoneiros e manifestantes realizaram uma carreta com buzinaço contra o governo de João Doria e a Rede Globo.

No último domingo(12), manifestantes e caminhoneiros voltaram às ruas da capital paulista para protestar contra as medidas do governo estadual em manter as restrições ao comércio.

Nas rede sociais, caminhoneiros endureceram as críticas à Dória e já há relados de uma possível greve, uma vez que a crise começa a atingir o transporte rodoviário com a diminuição de fretes. 

Uma greve dos caminhoneiros seria praticamente impossível de se conter, sendo que para realizar esse tipo de movimento, basta os motoristas ficarem parados ou manter os veículos em casa.

Em sua maioria, os motoristas profissionais compartilham da opinião do governo federal, de reabertura do comércio e indústria e do isolamento dos grupos de risco. Mantendo assim, a economia em funcionamento e evitando o desemprego.





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