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Em caso de guerra: O Exército tem muito caminhão, mas poucos motoristas




"O Exército pode passar cem anos sem ser usado, mas não pode passar um minuto sem estar preparado."

Quem já serviu ao Exército Brasileiro sabe dos rígidos padrões de manutenção da tropa, viaturas e armamento. Quem não serviu, acha isso um desperdício de tempo e dinheiro. Porém, como dito na frase acima, o Exército precisa estar sempre preparado, inclusive em tempos de paz.

Mesmo você não usando o extintor do seu carro, ele precisa estar debaixo do banco e em dia, assim é um Exército para um país, ele sempre precisa estar lá e pronto para ser acionado.

Um grande problema enfrentado pelo Exército Brasileiro é a falta de motoristas: grande parte dos militares ativos estão cumprindo o serviço militar obrigatório e tem entre 18 e 19 anos, ficando apenas pelo período de um ano.

Como as vagas para engajamento temporário são limitadas, poucos jovens conseguem permanecer após esse período de um ano, quem consegue pode ficar no máximo por 8 anos. Há também a alternativa de prestar concursos, mas as vagas também são limitadas e concorridas. 

Consequentemente, o número de motoristas qualificados na categoria C, E e D são menores do que o número de veículos disponíveis. Não há estimativas oficiais do déficit atual desses profissionais na força.

E se acontecer uma guerra?

Em casos de guerra quem serviu nos últimos 5 anos é acionado, uma vez que permanecem ligados ao Exército como Reservistas.

Segundo as normas, o acionamento desses reservistas é inciada pelo ano mais recente e assim sucessivamente. No caso, seriam os anos de 2018, 2017, 2016, 2015 e 2014. O ano de 2019 ainda não terminaram de cumprir o serviço militar.

Como esses reservistas já possuem idade para se capacitar nas categorias C, D e E, a alternativa mais viável seria a capacitação dos mesmos.  

Quem não serviu, pode ser chamado?

Pouco provável, como o Exército possuí esse sistema de reservistas, rapidamente ele pode multiplicar seu efetivo em 5x. 







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