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Caminhão arqueado: é mais seguro para carros



Atualmente, grande parte das colisões contra a traseira de caminhões resulta em óbitos. Mesmo com a evolução da segurança dos veículos de passeio, esse tipo de acidente continua sendo um grande problema às montadoras.

Para entender melhor o que acontece no momento da colisão, veja algumas imagens:




Em todos os casos, o veículo colidiu somente com o parachoque traseiro do caminhão. Em baixas velocidades, o dispositivo consegue segurar o veículo, porém em velocidades acima de 60km/h o carro é projetado para baixo do caminhão, fazendo com que o assoalho ou chassi da carreta acerte os membros superiores das vítimas.

Quando isso acontece, as chances dos ocupantes do carro sobreviver são mínimas.

   
Nos dois casos acima, com a suspensão normal dos caminhões, os motoristas vieram a óbito.

E se o caminhão fosse arqueado?


Em casos que a suspensão traseira do caminhão era mais alta, o veículo colide e entra debaixo do caminhão, assim como acontece com caminhões com a traseira baixa, porém as chances de sobreviver aumentam - isso acontece porque o assoalho e chassi do veículo ficam acima da cabeça dos passageiros.


Veja no exemplo abaixo:


Nesse acidente, o motorista saiu ileso sem nenhum ferimento após se chocar contra a traseira do caminhão. Caso a traseira fosse mais baixa, a história poderia ter sido outra:



Entretanto, assim como fica mais seguro para veículos de passeio, a suspensão mais alta aumenta o risco para outros caminhões, pois o assoalho e chassi ficam na altura do motorista que colidir.



Novas configurações, com eixos mais próximos ao para-choque também melhoram a segurança em casos de colisões. Essas configurações são utilizadas nas carretas vanderleia, carretas 2 eixos, bitrem, rodotrem e agora nas carretas graneleiras com cavalo mecânico 8x2.


Em caso de colisão, o veículo logo após se chocar com o para-choque já se choca contra os pneus traseiros, evitando que o assoalho ou chassi adentrem o veículo acidentado.








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