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Após dois anos de investigação quadrilha de roubo de caminhões é presa



Quadrilha especializada em roubo de caminhões é presa no interior de São Paulo. Cinco pessoas foram presas e outras quatro seguem foragida. Segundo a polícia esse tipo de crime está movimentando milhões e está se tornando cada vez mais comum em rodovias brasileiras

Após dois anos de investigação a Polícia Civil de Pilar do Sul prendeu uma quadrilha especializada em roubo de caminhão, a quadrilha movimentava cerca de R$ 3 milhões por ano. A operação batizada "Vitória", aconteceu nos dia 6 e 12 de julho. 

A operação contou com cerca de 40 policiais civis do estado de SP e MS, o grupo, com nove integrantes, era especializada em roubar, clonar e na revenda de mais de 40 caminhões por ano. De acordo com o delegado Milton Andreli, comandante da operação, o grupo agia desde 2010 em várias rodovias do interior Paulista. Segundo o delegado ainda a quadrilha era muito bem organizada, cada integrante tinha uma função; furto, clonagem, transporte e revenda. Os veículos furtados eram vendidos até em outros países, como Paraguai. O inquérito da operação conta com mais de 2 mil páginas, com conversas e outras provas contra os acusados. Desde agosto de 2015 os suspeitos de participar do esquema já estavam sendo monitorados para colher mais provas.

Os mandados de busca e apreensão foram cumpridos em duas fases. Na primeira fase, no dia 6 de julho, a operação aconteceu nas cidades de Votorantim, Tatuí, Itapetininga e Tapiraí. A segunda fase, no dia 12 de julho, aconteceu no município de Dourados. Cinco pessoas foram presas durante as duas fases da operação, quatro seguem foragidos. 

Entre os presos estão; Leandro de Sousa, conhecido como Cabelo, Ricardo Ribeiro, Matheus Sobrinho, Florival de Góes e Marcos Miranda. Todos negaram envolvimento com os crimes e não apresentaram advogados. Seguem foragidos Claudinei da Silva, Diogo Bento, Adriano da Rocha, Carlos fischer. Os acusados podem pegar, no máximo, cerca de 27 anos de prisão.

A investigação começou após policiais perceberem que os caminhões furtados eram escondidos em plantações de eucalipto, em uma fazenda de Pilar do Sul e Tapiraí. Os veículos eram deixados no local por um tempo até a busca por eles acabar. A grande área da fazenda, pertencente a uma empresa, facilitava o trabalho da quadrilha em esconder os caminhões roubados. 


O rastreamento via GPS era prejudicado devido à fazendo se localizar em uma zona rural e de difícil acesso. Em algumas ocasiões guardas da empresa localizaram alguns caminhões, porém a equipe da polícia civil não conseguiu chegar a tempo. Então, os investigadores acamparam na fazendo na tentativa de prender o grupo em flagrante, porém não tiveram êxito. Até que um celular de um dos integrantes do grupo foi achado, o que facilitou a investigação levando a quadrilha à ser presa. Para o delegado, Milton Andreoli, o celular foi a "porta de entrada" da quadrilha. 

Muitos dos suspeitos já tinham passagens pela policia por crimes semelhantes, inclusive não era a primeira vez que os mesmos tinham sido detidos juntos. As cidades onde ocorriam os roubos, eram principalmente Taquarituba e Capela do Alto, as duas em São Paulo.

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